Pular para o conteúdo principal

Postagens

Como tomar as decisões certas?

Na dinâmica das suas relações você está sempre diante de escolhas. Em alguns casos a decisão é simples, porque o melhor caminho é claro. Há outros casos em que uma ou outra opção não faz grande diferença. No entanto, há ocasiões em que a escolha pode modificar significativamente a sua vida. É importante que nessas circunstâncias você esteja seguro para tomar a melhor decisão. Passos: 1) Não procure decidir tudo imediatamente, achando que assim você se sentirá melhor. Quase sempre a ansiedade para sair de uma situação de dúvida nos impede de avaliar as questões com a sua dimensão real e de resolvê-las com eficácia. 2) Estabeleça um prazo para tomar uma decisão e respeite-o. Assim você evita pressas ou adiamentos que podem causar problemas. 3) Não guarde as suas idéias só na mente. Escreva-as para ler com tranqüilidade, como se fossem pensamentos de um terceiro. Assim você pode ter um distanciamento e ganhar objetividade. 4) Exponha a situação a alguém da sua confiança e peça um...

Acreditar e Agir

Um viajante caminhava pelas margens de um grande lago de águas cristalinas, imaginando uma forma de chegar até o outro lado, aonde era seu destino. Suspirou, profundamente, enquanto tentava fixar o olhar no horizonte. A voz de um homem de cabelos brancos quebrou o silêncio momentâneo, oferecendo-se para transportá-lo. Era um barqueiro. O pequeno barco envelhecido, no qual a travessia seria realizada, era provido de dois remos de madeira de carvalho. O viajante olhou detidamente, percebeu haver letras em cada remo. Ao colocar os pés empoeirados dentro do barco, observou que eram mesmo duas palavras. Num dos remos estava entalhada a palavra ACREDITAR e no outro, AGIR. Não contendo a curiosidade, perguntou ao barqueiro o motivo daqueles nomes nos remos. O barqueiro pegou o remo, no qual estava escrito ACREDITAR, e remou com toda força. O barco começou a dar voltas, sem sair do lugar. Em seguida, pegou o remo em que estava escrito AGIR, e remou com todo vigor. Novamente, o barco gi...

Tempo de renovação

Há tempo para todas as coisas e, claro, um tempo de renovação. Há quanto tempo você não se reinventa? Há quanto tempo não muda os caminhos que trilha, que não faz escolhas diferentes, que não lê sobre novos assuntos? Há quanto tempo não muda o visual, o local que passa férias e o restaurante em que almoça? Há quanto tempo não muda a si mesmo, permitindo o direito de ser alguém renovado e experimentando novas possibilidades? O ser humano é incrível; adaptamo-nos às inúmeras situações adversas e as superamos, muitas vezes descobrindo um enorme poder que nem sabíamos ter. E, curiosamente, justamente por termos esse poder de lidar com as adversidades é que às vezes acabamos por nos acostumar com elas. Fazemos as mesmas coisas, nutrimos os mesmos hábitos, pois já nos adaptamos a uma forma de viver. Mas, e se renovássemos vez por outra nossos caminhos? Não seria mais interessante? Não digo que devemos sair por aí, sem critério, simplesmente renovando por renovar. No entanto, há muito por f...

respeito não é da sua conta

Eu costumava contribuir financeiramente com todo tipo de coisa. Se eu estava andando pela rua e alguém me pedia dinheiro, eu dava. Se uma senhora me telefonava, pedindo que eu comprasse três toalhinhas de mesa por 30 dólares, eu comprava. Quando as pessoas apareciam no meu escritório vendendo amendoins mofados eu pensava “Credo!” e comprava três saquinhos. Depois perguntava a mim mesmo: “mas para que causa eu fiz minha contribuição?”, e então me dava conta de que não tinha a mínima idéia da resposta! Pode até ser uma atitude generosa fazer doações para a caridade, mas eu não estava fazendo aquilo por generosidade. Fazia principalmente por estar preocupado com o que os outros iriam pensar de mim. Eu não queria parecer um sovina, por isso contribuía… assim, todos me considerariam um cara legal – e isso para mim estava ótimo. Com muita freqüência, eu me preocupava com o que as pessoas iriam pensar, em vez de considerar o que eu queria. Nunca enviava pratos para serem refeitos nos restaura...

Os Tesouros da Vida são as Pessoas

Sua presença é um presente para o mundo. Você é única e só há uma igual a você. Sua vida pode ser o que você quer que ela seja. Viva os dias, apenas um de cada vez. Conte suas bênçãos, não os seus problemas. Você os superará, venha o que vier. Dentro de você há muitas respostas. Compreenda, tenha coragem, seja forte. Não coloque limites em si mesmo. Muitos sonhos estão esperando para serem realizados. As decisões são muito importantes para serem deixadas ao acaso. Alcance o seu máximo, seu melhor, seu prêmio. Não leve as coisas tão a sério. Viva um dia de serenidade e não de arrependimento. Lembre-se que um pouco de amor dura muito. Dura sempre! Lembre-se que a amizade é um investimento sábio. Os tesouros da vida são as pessoas. Perceba que nunca é tarde demais. Faça a coisa simples, de uma forma simples. Tenha saúde. Viva melhor. Faça como os passarinhos. Comece o dia cantando. A música é o alimento para o espírito. Cante qualquer coisa, cante desafinado, mas ca...

Sabedoria na doação

Não é raro que, na ânsia de fazer o bem, nos disponhamos a dar coisas, distribuir alimentos. Não é raro também se ouvir frases de decepção, do tipo: As pessoas nunca estão satisfeitas. Se ofereço sopa, elas perguntam se não há algo mais. Se distribuo roupas, reclamam da cor e do modelo. Ou ainda: Acredita que o andarilho falou que não queria o cobertor? Essas situações nos remetem a uma outra, vivida no século passado, durante a revolução cultural da China. Fang era uma pessoa compreensiva e receptiva a novas idéias. Uma das grandes realizações dos Guardas Vermelhos fora a criação de escolas noturnas, cujo objetivo era transmitir aos camponeses as idéias comunistas de Mao. Todos recebiam cópias do Livro Vermelho. Fang era analfabeta. Por isso, dois jovens e entusiasmados Guardas Vermelhos decidiram ensiná-la a ler. Ela nunca chegou a reconhecer palavras isoladas. Mas, conseguiu memorizar parágrafos inteiros dos ensinamentos de Mao. Enquanto lavava a roupa, limpava a casa, cos...

Pequeno tratado sobre a mortalidade do amor

Todos os dias morre um amor. Quase nunca percebemos, mas todos os dias morre um amor. Às vezes de forma lenta e gradativa, quase indolor, após anos e anos de rotina. Às vezes melodramaticamente, como nas piores novelas mexicanas, com direito a bate-bocas vexaminosos, capazes de acordar o mais surdo dos vizinhos. Morre em uma cama de motel ou em frente à televisão de domingo. Morre sem beijo antes de dormir, sem mãos dadas, sem olhares compreensivos, com gosto de lágrima nos lábios. Morre depois de telefonemas cada vez mais espaçados, cartas cada vez mais concisas, beijos que esfriam aos poucos. Morre da mais completa e letal inanição. Todos os dias morre um amor. Às vezes com uma explosão, quase sempre com um suspiro. Todos os dias morre um amor, embora nós, românticos mais na teoria do que na prática, relutemos em admitir. Porque nada é mais dolorido do que a constatação de um fracasso. De saber que, mais uma vez, um amor morreu. Porque, por mais que não queiramos aprender, a vida ...