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TOQUE DE REFLEXÃO

Ele era um adolescente que acabara de ser dispensado pela namorada. Durante três anos, eles tinham compartilhado amigos e lugares favoritos. Agora, no último ano do segundo grau ele estava só. Ela conhecera, durante as férias, um outro garoto pelo qual se apaixonara. Mike se sentia como a última das criaturas na face da terra. No treino de futebol, ele deixou escapar alguns passes e, pela primeira vez, sofreu várias faltas. Mal acabou o treino, lhe disseram que deveria comparecer ao escritório do treinador. ?E então, filho? Garota, família ou escola, qual dessas coisas está lhe incomodando?? ?Garota?, foi a resposta de Mike. ?como o senhor adivinhou?? ?Mike, sou treinador de futebol desde antes de você nascer e todas as vezes que vejo um craque jogar como um novato do time reserva, o motivo é um desses três.? Mike lhe falou que estava com muita raiva. Havia confiado na menina, dera a ela tudo o que tinha para dar e o que é que ganhou com isso? ?Boa pergunta.? Disse o treinador.?O que ...

UM CONTO DE NATAL

A história é simples, mas comovedora. Tudo começou porque Mike odiava o Natal. Claro que não odiava o verdadeiro sentido do Natal, mas seus aspectos comerciais.  Os gastos excessivos, a corrida frenética na última hora para comprar presentes para alguém da parentela de que se havia esquecido.  Sabendo como ele se sentia, um certo ano a esposa decidiu deixar de lado as tradicionais camisetas, casacos, gravatas e coisas do gênero. Procurou algo especial só para Mike.  A inspiração veio de uma forma um tanto incomum. O filho Kevin, que tinha 12 anos na época, fazia parte da equipe de luta livre da sua escola.  Pouco antes do Natal, houve um campeonato especial contra uma equipe patrocinada por uma associação da parte mais pobre da cidade.  Esses jovens usavam tênis tão velhos que a impressão que passavam é de que a única coisa que os segurava eram os cadarços. Contrastavam de forma gritante com os outros jovens, vestidos com impecáveis uniformes azuis e dourados e...

Fale, não represente, texto de Susan Heitler, do livro “A arte do relacionamento”

Quando uma pessoa expressa seus sentimentos com palavras, em vez de ações, reduz as chances de ser mal interpretada e leva o parceiro a reagir receptivamente. Fechar-se em silêncio, ou pisar duro e bater portas, são atitudes que mostram a existência de um problema e que os parceiros não expressam convenientemente seus sentimentos. Quando uma pessoa se sente magoada, triste ou zangada, seu primeiro impulso pode ser o de expressar seu estado emocional com atitudes, ao invés de usar as palavras. Dramatizar a mágoa, a tristeza ou a raiva pode ser preferível à repressão das emoções, mas os seres humanos têm a capacidade de falar – o que é sempre uma opção melhor. (…) Mas, falar não significa “explodir” de raiva… quanto mais emocionalmente intensa for a linguagem, mais intensa será a reação do outro. E quanto mais os dois se inflamarem, mais aumentará a probabilidade de tomarem posições opostas… Por isso, preste atenção às palavras que usa para descrever seus sentimentos negativos e, princi...

OUVINDO DEUS

Você acredita no que ouve? Então preste atenção nesta estória. Eram aproximadamente 10 horas da noite quando um jovem começou a se dirigir para casa. Sentado em seu carro ele começou a pedir: ?- Deus, se ainda falas com as pessoas, fale comigo! Eu irei ouvi-lo. Farei tudo para obedecê-lo?. Enquanto dirigia pela rua principal da cidade, ele teve um pensamento muito estranho: ?Pare e compre um galão de leite?. Ele balançou a cabeça e falou alto: ?Deus? É o Senhor? Ele não obteve resposta e continuou se dirigindo para casa. Porém, novamente, surgiu o pensamento: ?Compre um galão de leite?. O jovem pensou em Samuel, e como ele não reconheceu a voz de Deus, e como Samuel correu para Eli. Isso não parece ser um teste de obediência muito difícil. Ele poderia também usar o leite. O jovem parou, comprou o leite e reiniciou o caminho de casa. Quando passava pela sétima rua, novamente sentiu o pedido: ?Vire naquela rua?. Isso é loucura... ? pensou ? e, passou direto pelo retorno. Novamente ele se...

LIDERANÇA COMPARTILHADA

Conta-se que Alexandre, o grande, conduzia seu exército para casa depois da grande vitória contra Porus, na Índia. Cruzavam por uma região árida e deserta e os soldados sofriam terrivelmente com o calor, a fome e, mais que tudo, a sede. Os lábios rachavam e as gargantas ardiam devido à falta de água. Muitos estavam prestes a se deixar cair no chão e desistir. Por volta do meio-dia, o exército encontrou um destacamento de viajantes grego. Vinham montados em mulas e carregavam alguns recipientes com água. Um deles, vendo o rei quase sufocar de sede, encheu um elmo com água e o ofereceu a ele. Alexandre pegou o elmo nas mãos e olhou em torno de si. Viu os rostos sofridos dos soldados, que ansiavam, tanto quanto ele, por algo refrescante. "Obrigado, mas pode ficar com a água", disse ele, "pois não tem sentido matar a minha sede sozinho, e você não têm o suficiente para todos." Devolveu a água sem tomar uma gota. Os soldados, aclamando seu rei, puseram-se de pé e pediram...

PERSISTÊNCIA E CORAGEM

Um homem investe tudo o que tem numa pequena oficina. Trabalha dia e noite, inclusive dormindo na própria oficina. Para poder continuar nos negócios penhora, com muito pesar, as jóias da esposa. Quando apresentou o resultado final de seu trabalho a uma grande empresa, disseram-lhe que seu produto não atendia ao padrão de qualidade exigido. O homem desistiu? Não! Volta para a escola por mais dois anos, sendo vítima de grande gozação por parte de seus colegas, e de alguns professores que o tachavam de ?visionário?. O homem ficou chateado? Não! Após dois anos, a empresa que o recusou finalmente fecha contrato com ele, porém, durante a guerra, sua fábrica é bombardeada duas vezes, sendo que grande parte dela foi destruída. O homem se desesperou e desistiu? Não!  Reconstrói sua fábrica mas, um terremoto novamente a arrasa. Essa é a gota d?água? O homem desistiu? Não! Imediatamente após a guerra segue-se uma grande escassez de gasolina em todo o país, e este homem não pode sair de automó...
UMA IMPORTANTE OPÇÃO Emília pertencia a uma família de classe média em um país europeu que sofria crises e carestias depois de uma prolongada guerra nacional. Fome e epidemias ameaçavam a toda a população polonesa. Emília, desde pequena, tinha uma saúde frágil, e não melhorava devido às condições em que vivia. Era ainda muito jovem quando se casou com um operário têxtil e se estabeleceram em uma cidadezinha nova, longe de familiares e conhecidos: Wadovice, a 30 Km de Cracóvia. Pouco tempo depois nasceu seu primeiro filho, Edmundo, um garoto belo, bom aluno, atleta e de personalidade forte. Chegaria a se formar em medicina. Alguns anos mais tarde, em 1915, Emília deu à luz uma menina, que só sobreviveu poucas semanas, por causa das más condições de vida a que a família estava submetida. Catorze anos depois do nascimento de Edmundo, e quase dez da morte de sua segunda filha, Emília se encontrava em uma situação particularmente difícil. Tinha cerca de 40 anos e sua saúde não havia melhora...