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OUVINDO DEUS

Você acredita no que ouve? Então preste atenção nesta estória. Eram aproximadamente 10 horas da noite quando um jovem começou a se dirigir para casa. Sentado em seu carro ele começou a pedir: ?- Deus, se ainda falas com as pessoas, fale comigo! Eu irei ouvi-lo. Farei tudo para obedecê-lo?. Enquanto dirigia pela rua principal da cidade, ele teve um pensamento muito estranho: ?Pare e compre um galão de leite?. Ele balançou a cabeça e falou alto: ?Deus? É o Senhor? Ele não obteve resposta e continuou se dirigindo para casa. Porém, novamente, surgiu o pensamento: ?Compre um galão de leite?. O jovem pensou em Samuel, e como ele não reconheceu a voz de Deus, e como Samuel correu para Eli. Isso não parece ser um teste de obediência muito difícil. Ele poderia também usar o leite. O jovem parou, comprou o leite e reiniciou o caminho de casa. Quando passava pela sétima rua, novamente sentiu o pedido: ?Vire naquela rua?. Isso é loucura... ? pensou ? e, passou direto pelo retorno. Novamente ele se...

LIDERANÇA COMPARTILHADA

Conta-se que Alexandre, o grande, conduzia seu exército para casa depois da grande vitória contra Porus, na Índia. Cruzavam por uma região árida e deserta e os soldados sofriam terrivelmente com o calor, a fome e, mais que tudo, a sede. Os lábios rachavam e as gargantas ardiam devido à falta de água. Muitos estavam prestes a se deixar cair no chão e desistir. Por volta do meio-dia, o exército encontrou um destacamento de viajantes grego. Vinham montados em mulas e carregavam alguns recipientes com água. Um deles, vendo o rei quase sufocar de sede, encheu um elmo com água e o ofereceu a ele. Alexandre pegou o elmo nas mãos e olhou em torno de si. Viu os rostos sofridos dos soldados, que ansiavam, tanto quanto ele, por algo refrescante. "Obrigado, mas pode ficar com a água", disse ele, "pois não tem sentido matar a minha sede sozinho, e você não têm o suficiente para todos." Devolveu a água sem tomar uma gota. Os soldados, aclamando seu rei, puseram-se de pé e pediram...

PERSISTÊNCIA E CORAGEM

Um homem investe tudo o que tem numa pequena oficina. Trabalha dia e noite, inclusive dormindo na própria oficina. Para poder continuar nos negócios penhora, com muito pesar, as jóias da esposa. Quando apresentou o resultado final de seu trabalho a uma grande empresa, disseram-lhe que seu produto não atendia ao padrão de qualidade exigido. O homem desistiu? Não! Volta para a escola por mais dois anos, sendo vítima de grande gozação por parte de seus colegas, e de alguns professores que o tachavam de ?visionário?. O homem ficou chateado? Não! Após dois anos, a empresa que o recusou finalmente fecha contrato com ele, porém, durante a guerra, sua fábrica é bombardeada duas vezes, sendo que grande parte dela foi destruída. O homem se desesperou e desistiu? Não!  Reconstrói sua fábrica mas, um terremoto novamente a arrasa. Essa é a gota d?água? O homem desistiu? Não! Imediatamente após a guerra segue-se uma grande escassez de gasolina em todo o país, e este homem não pode sair de automó...
UMA IMPORTANTE OPÇÃO Emília pertencia a uma família de classe média em um país europeu que sofria crises e carestias depois de uma prolongada guerra nacional. Fome e epidemias ameaçavam a toda a população polonesa. Emília, desde pequena, tinha uma saúde frágil, e não melhorava devido às condições em que vivia. Era ainda muito jovem quando se casou com um operário têxtil e se estabeleceram em uma cidadezinha nova, longe de familiares e conhecidos: Wadovice, a 30 Km de Cracóvia. Pouco tempo depois nasceu seu primeiro filho, Edmundo, um garoto belo, bom aluno, atleta e de personalidade forte. Chegaria a se formar em medicina. Alguns anos mais tarde, em 1915, Emília deu à luz uma menina, que só sobreviveu poucas semanas, por causa das más condições de vida a que a família estava submetida. Catorze anos depois do nascimento de Edmundo, e quase dez da morte de sua segunda filha, Emília se encontrava em uma situação particularmente difícil. Tinha cerca de 40 anos e sua saúde não havia melhora...

UM PRESENTE INESQUECÍVEL

Linda tinha 7 anos quando ouviu sua mãe comentar com uma de suas amigas que, no dia seguinte, faria 30 anos. Jamais linda soubera que sua mãe fazia aniversário. Também nunca a vira ganhar um presente. Por isso, foi até seu cofrinho, juntou todas as moedas e se dirigiu à loja da esquina. Procurou um presente que pudesse se encaixar naquele preço. Havia bibelôs, mas ela pensou que sua mãe teria que espaná-los todos os dias. Havia caixinhas de doces, mas sua mãe era diabética. Finalmente, conseguiu comprar um pacote de grampos de cabelo. Os cabelos de sua mãe eram longos e escuros. Ela os enrolava duas vezes na semana e, quando os soltava, ficava parecendo uma artista de cinema. Em casa, linda embrulhou os grampos em uma página de histórias em quadrinhos do jornal, porque não sobrou dinheiro para papel de presente. Na manhã seguinte, à mesa do café, entregou o pacote à sua mãe e disse: "feliz aniversário, mamãe!" Em silêncio, entre lágrimas, a mãe abriu o pacote. Já soluçando de...

A CRUZ PESADA

Há muitos e muitos anos, um homem partiu em direção a Jerusalém, carregando uma cruz grande e pesada. Ela media três metros de comprimento por dois de envergadura. Enquanto carregava a cruz, lembrava-se do sofrimento de Jesus e imaginava a dor que Ele havia sentido quando foi pregado nela. Assim, o homem seguia compenetrado em sua resolução e, passo a passo, lentamente carregava a cruz, cuja ponta inferior se arrasta pelo chão, fazendo um risco na terra. Depois de muitas horas de caminhada, o homem avistou um morro. Esgotado como estava, teve dúvidas se conseguiria vencer aquela acentuada subida. Enquanto meditava na dificuldade à sua frente, alguém que passava sugeriu que cortasse um pedaço da cruz, tornando-a mais leve. ?É uma boa idéia! Diminuindo um pouco a carga, terei mais condições de subir a montanha?. Assim tirou um pedaço da cruz, que se tornou bem mais leve, e continuou sua caminhada. Quem já esteve em Jerusalém, sabe que para se chegar lá é preciso subir muitas montanhas. A...

O PAI QUE NÃO DESISTE

Havia um homem muito rico que possuía muitos bens, uma grande fazenda, muito gado e vários empregados a seu serviço. Tinha ele um único filho, um único herdeiro, que, ao contrário do pai, não gostava de trabalho nem de compromissos. O que ele mais gostava era de festas, estar com seus amigos e de ser bajulado por eles. Seu pai sempre o advertia que seus amigos só estariam ao seu lado enquanto ele tivesse o que lhes oferecer, depois o abandonariam.  Os insistentes conselhos do pai retiniam-lhes nos ouvidos e logo se ausentava sem dar o mínimo de atenção. Um dia, o velho pai, já avançado na idade, disse aos seus empregados para construírem um pequeno celeiro e, dentro do celeiro, ele mesmo fez uma forca e, junto a ela um placa com os dizeres: ?Para você nunca mais desprezar as palavras de seu pai?. Mais tarde, chamou o filho, levou-o até o celeiro e disse: ?meu filho, eu já estou velho e, quando eu partir, você tomará conta de tudo o que é meu, mas sei qual será o seu futuro. Você va...