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Cicatriz

Era umvez um menino com temperamento muito forte. Seu pai deu-lhe um saco de pregos, dizendo-lhe que cada vez que ele ficasse furioso (bravo) pregasse um prego na cerca do fundo da casa. No primeiro dia o garoto pregou 37 pregos, mas gradualmente ele foi se acalmando. Descobriu que era mais fácil "segurar" seu temperamento do que pregar os pregos na cerca. Finalmente chegou o dia em que o garoto não se enfureceu nenhuma vez. Contou ao pai o que havia sucedido e pai sugeriu-lhe que, de agora em diante por cada dia que conseguisse segurar seu temperamento retirasse um dos 37 pregos. Passou-se o tempo e o garoto finalmente pode dizer ao pai que tinha retirado todos os pregos. O pai tomou o filho pela mão e levou-o até a cerca dizendo-lhe: - Você fez muito bem meu filho, mas a cerca nunca mais será a mesma. Quando você diz coisas quando está furioso, elas deixam uma cicatriz assim como as marcas da cerca. Você pode fincar e retirar uma faca em um homem. Não importa quantas vezes ...

Vida: Modo de usar

  . Quando resolver dar alguma coisa, dê com alegria. . Não acredite em tudo que lhe dizem. Não desacredite de tudo que afirmam ser mentira. . Quando disser te amo, demonstre esse amor com gestos. . Quando disser "desculpe-me", olhe a outra pessoa diretamente nos olhos. . Acredite em amor à primeira vista. . Acredite em antipatia à primeira vista. . Nunca puxe o tapete dos outros, geralmente você também está em cima dele. . Viver apaixonadamente com todos os ferimentos que isso vai acarretar: vale a pena. . Fale devagar e pense rápido. . Não julgar uma pessoa por seus familiares. . Se perguntarem algo indiscreto, sorria e diga: "Por que você quer saber isso?" A conversa geralmente termina por aí. . Lembre que o grande amor e as grandes conquistas representam grandes riscos. . Telefone para seus pais e diga o quanto os ama. . Quando errar não esqueça a lição. E corrija o que for possível. . Lembre sempre de 3 coisas: respeito por você mesmo, pelos out...

A arte de ficar calado, texto de Felipe Peixoto Braga Netto

Saber ficar calado… É uma arte. Difícil, exige esforço e experiência. Não digo ficar calado sozinho, pois aí não há muita vantagem. Se sairmos a divagar, em voz alta, as perturbações que nos vão nos pensamentos, não demora estamos divagando num hospício. Também não falo sobre ficar calado em público (…) Queria mesmo abordar a difícil arte de ficar calado a dois. É disso, em essência, que trata a bela frase em epígrafe. Os jovens — falo por mim, pelo que lembro — não sabem, definitivamente, ficar calados a dois. É um desconforto terrível, uma absurda e incômoda sensação de mal-estar, aliada a um desespero tolo em busca de assunto. Depois, com o tempo, passamos a ser menos severos conosco e nos permitimos, vez por outra, a falta de assunto. Aliás, que necessidade absurda é essa de falar por falar, sem parar? Escrevi, certa vez, uma frase que depois li curioso: “Demorei a perceber que são os calados que têm algo a dizer…”. Não sei que poeta falou — creio que o Quintana — que amizade é q...

As coisas mais importantes

O dia mais belo? Hoje. A coisa mais fácil? Errar. O maior obstáculo? O medo. O maior erro? O abandono. A raiz de todos os males? O egoísmo. A distração mais bela? O trabalho. A pior derrota? O desânimo. A primeira necessidade? Comunicar-se. O que mais lhe deve fazer feliz? Ser útil aos demais. O maior mistério? A morte. Nosso pior defeito? O mau humor. A pessoa que nos é mais perigosa? A mentirosa. O sentimento mais ruim? O rancor. O melhor presente ? O mais belo que possamos dar: o perdão. O bem mais imprescindível? O lar. A rota mais rápida? O caminho certo. A sensação que nos é mais agradável? A paz interior. A maior satisfação? O dever cumprido. O que nos torna mais humanos, mais tolerantes? A dor. Os melhores professores? As crianças. As pessoas mais necessárias? Os pais. A força mais potente do mundo? A fé. A mais bela de todas as coisas? O amor...sempre o amor! (Madre Teresa de Calcutá) contribuição de Maurizete

Viver ou juntar dinheiro? – Max Gehringer

Li em uma revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico. Aprendi, por exemplo, que se tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, nos últimos 40 anos, teria economizado 30 mil reais. Se tivesse deixado de comer uma pizza por mês, 12 mil reais. E assim por diante… Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas. Para minha surpresa, descobri que hoje poderia estar milionário. Bastaria não ter tomado as caipirinhas que tomei, não ter feito muitas viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que comprei. Principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro em itens supérfluos e descartáveis. Ao concluir os cálculos, percebi que hoje poderia ter quase 500 mil reais na minha conta bancária. É claro que não tenho este dinheiro. Mas, se tivesse, sabe o que este dinheiro me permitiria fazer? Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar em itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que quise...

"O Cravo e a Rosa”, texto de Luiz Antônio Simas...

Chegamos ao limite da insanidade da onda do politicamente correto.  Soube dia desses que as crianças, nas creches e escolas, não cantam mais O cravo brigou com a rosa. A explicação da professora do filho de um camarada foi comovente: a briga entre o cravo – o homem – e a rosa – a mulher – estimula a violência entre os casais. Na nova letra “o cravo encontrou a rosa/ debaixo de uma sacada/o cravo ficou feliz /e a rosa ficou encantada”. Que diabos é isso? O próximo passo é enquadrar o cravo na Lei Maria da Penha. Será que esses doidos sabem que O cravo brigou com a rosa faz parte de uma suíte de 16 peças que Villa Lobos criou a partir de temas recolhidos no folclore brasileiro? É Villa Lobos, pô! Outra música infantil que mudou de letra foi Samba Lelê. Na versão da minha infância o negócio era o seguinte: Samba Lelê tá doente/ Tá com a cabeça quebrada/ Samba Lelê precisava/ É de umas boas palmadas… A palmada na bunda está proibida. Incita a violência contra a menina Lelê. A tia do ...

Decidi triunfar, texto de Walt Disney

E assim, depois de muito esperar, num dia como outro qualquer, decidi triunfar… Decidi não esperar as oportunidades e, sim, eu mesmo buscá-las. Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solução. Decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de ser feliz. Naquele dia descobri que meu único rival não era mais que minhas próprias limitações e que enfrentá-las era a única e melhor forma de superá-las. Naquele dia, descobri que eu não era o melhor e que talvez eu nunca tenha sido. Deixei de me importar com quem ganha ou perde. Agora, me importa simplesmente saber melhor o que fazer. Aprendi que o difícil não é chegar lá em cima e, sim, deixar de subir. Aprendi que o melhor triunfo que posso ter é ter o direito de chamar a alguém de “amigo”. Descobri que o amor é mais que um simples estado e enamoramento, “o amor é uma filosofia de vida”. Naquele dia, deixei de ser um reflexo dos meus escassos triunfos passados e passei a ser a minha própria tênue luz deste pr...