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Borboletas, Mario Quintana

Quando depositamos muita confiança ou expectativas em uma pessoa, o risco de se decepcionar é grande.As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas, assim como não estamos aqui, para satisfazer as dela. Temos que nos bastar… nos bastar sempre e quando procuramos estar com alguém, temos que nos conscientizar de que estamos juntos porque gostamos, porque queremos e nos sentimos bem, nunca por precisar de alguém. As pessoas não se precisam, elas se completam… não por serem metades, mas por serem inteiras, dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida. Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com a outra pessoa, você precisa em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquela pessoa que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente, não é o homem ou a mulher de sua vida. Você aprende a gostar de você, a cuidar de você, e principalmente a gostar de quem gosta de você. O segredo é não cuidar das borboletas...

Vencedor ou perdedor...

Quando um vencedor comete um erro diz: “Me equivoquei e aprendi a lição”. Quando um perdedor comete um erro diz: “Não foi minha culpa”, e culpa os outros. Um ganhador sabe que a adversidade é o melhor dos professores. Um perdedor se sente vitima ante a adversidade. Um ganhador sabe que o resultado das coisas depende dele. Um perdedor crê que a má sorte existe. Um ganhador trabalha muito forte e gera tempo para si mesmo. Um perdedor está “sempre ocupado” e não tem tempo nem para os seus. Um ganhador enfrenta os problemas um a um. Um perdedor da voltas e nem sequer se atreve a tentar. Um ganhador diz: “Sou bom, mas posso melhorar”. Um perdedor diz: “Não sou tão mal assim, existe pessoas piores que eu”. Um ganhador se sente responsável por algo mais que o trabalho. Uma pessoa perdedora não se compromete e sempre diz: “Faço o meu trabalho”. Um ganhador diz: “Deve haver uma maneira melhor de fazer isto”. Um perdedor diz: “Esta é a forma como sempre foi feito”.

Hostilidade Faz Mal à saúde!!

Está provado: a hostilidade aumenta o nível de colesterol no sangue e torna a pessoa propensa a ataques cardíacos, hipertensão, cansaço, urticária e úlcera; a velha crença de que “colocar a raiva pra fora evita uma úlcera” não é verdadeira… Em artigo para a revista Nova, de Outubro de 79, a Doutora Ana Maria Rossi, especialista em estresse, afirma: “não adianta recusar feijoada, carne gorda e frituras se você nunca está contente com nada e vive fazendo tempestade em copo d’água; a hostilidade pode causar um aumento de colesterol igual ou superior à dieta rica em gordura”… Além do mal que faz ao organismo, a hostilidade traz prejuízos psicológicos. Um deles é o mal-estar que provoca nos relacionamentos; todos procuram evitar o contato com pessoas “estouradas” ou, se isso é inevitável, “pisam em ovos” para não arranjar encrenca. Muitas vezes, a própria pessoa se isola, o que aumenta a solidão, a carência, o sentimento de rejeição e… provoca mais hostilidade ainda. É um círculo vicioso. ...

Médicos dos Médicos...

Descrição: Médico cirurgião Graduação: Filho de DEUS Médico auxiliar: O ESPÍRITO SANTO Sua experiência: Infalível Seu consultório: Em todas as partes Sua especialidade: O impossível Seu instrumento: O Poder Seu favor: Graça Seu manual: A Bíblia Doenças que cura: Todas Preço do tratamento: Fé Sua garantia: Absoluta Sala de cirurgia: O altar Seu hospital: A Igreja Sua dieta: Oração e jejum Seus exercícios: Boas obras e frutos Hr. de atendimento: 24 hs por dia. DR. JESUS CRISTO

Além do viver

Um homem foi chamado à praia para pintar um barco. Trouxe tinta e pincéis e começou a pintar o barco de um vermelho brilhante, como fora contratado para fazer. Enquanto pintava, notou que a tinta estava passando pelo fundo do barco. Procurou e descobriu que a causa do vazamento era um buraco e o consertou. Quando terminou a pintura, recebeu seu dinheiro e se foi. No dia seguinte, o proprietário do barco procurou o pintor e lhe entregou um cheque de grande valor. O pintor ficou surpreso e falou: O senhor já me pagou pela pintura do barco. Mas isto não é pelo trabalho de pintura, falou o homem. É por ter consertado o vazamento do barco. Foi um serviço tão pequeno que não quis cobrar, acrescentou o pintor. Certamente o senhor não está me pagando uma quantia tão alta  por algo tão  insignificante! Meu caro amigo, você não compreendeu, disse o proprietário do barco. Deixe-me contar-lhe o que aconteceu. Quando pedi a você que pintasse o barco, esqueci de mencionar o v...

PORQUE VIVER É APRENDER A VIVER!!!

Aprendi que peixinhos dourados não gostam de gelatina. (5 anos) Aprendi que não dá para esconder brócolis no copo de leite.  (6 anos) Aprendi que meu pai pode dizer um monte de palavras que eu não posso. (8 anos) Aprendi que minha professora sempre me chama  quando eu não sei a resposta. (9 anos) Aprendi que os meus melhores amigos são os que  sempre me metem  em confusão.    (11 anos) Aprendi que, se tenho problemas na escola,  tenho mais, ainda, em casa.  (12 anos) Aprendi que quando meu quarto fica do jeito que  quero, minha mãe manda eu   arrumá-lo.  (13 anos) Aprendi que não se deve descarregar suas  frustrações  no seu irmão menor,  porque seu pai tem frustrações maiores  e mão mais pesada. (15 anos) Aprendi que nunca devo elogiar a comida de  minha mãe, quando estou comendo  alguma coisa  que minha mulher preparou. (25 anos) Aprendi que se pode fazer, num insta...

Abraça que é bom!, de Débora Lublinski

Um estudo do departamento de psiquiatria da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, mostrou que abraçar tem relação direta com qualidade de vida. Com a troca de calor e afeto, o corpo passa por uma dança de hormônios: enquanto o nível de cortisol, o hormônio do stress, despenca, substâncias químicas como a serotonina e a dopamina aumentam, contagiando o cérebro e cada célula do organismo com uma sensação de conforto e felicidade. Em seguida, a pressão sanguínea diminui e os batimentos cardíacos desaceleram – quadro ideal para ficar protegido de doenças cardiovasculares e viver plenamente por muitos e muitos anos… O contato físico não é apenas agradável mas, também necessário; ainda mais em tempos em que a gente se comunica virtualmente… Quando nos tocamos e nos abraçamos valorizamos o amor e a cumplicidade, o que alivia a dor, a depressão e a ansiedade. (…) Abraçar serve para: • acabar com a solidão • ajudar a superar o medo • construir a auto-estima • estimular ...