terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Abraça que é bom!, de Débora Lublinski

Um estudo do departamento de psiquiatria da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, mostrou que abraçar tem relação direta com qualidade de vida. Com a troca de calor e afeto, o corpo passa por uma dança de hormônios: enquanto o nível de cortisol, o hormônio do stress, despenca, substâncias químicas como a serotonina e a dopamina aumentam, contagiando o cérebro e cada célula do organismo com uma sensação de conforto e felicidade.
Em seguida, a pressão sanguínea diminui e os batimentos cardíacos desaceleram – quadro ideal para ficar protegido de doenças cardiovasculares e viver plenamente por muitos e muitos anos…
O contato físico não é apenas agradável mas, também necessário; ainda mais em tempos em que a gente se comunica virtualmente… Quando nos tocamos e nos abraçamos valorizamos o amor e a cumplicidade, o que alivia a dor, a depressão e a ansiedade.
(…)
Abraçar serve para:
• acabar com a solidão
• ajudar a superar o medo
• construir a auto-estima
• estimular a vontade de ajudar o próximo
• prolongar a juventude
• ajudar a controlar o apetite – comemos menos quando estamos bem alimentadas com emoções positivas
• aliviar a tensão
• combater a insônia
Lembre-se: o abraço é democrático. Todo mundo tem direito.

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