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Hostilidade Faz Mal à saúde!!

Em artigo para a revista Nova, de Outubro de 79, a Doutora Ana Maria Rossi, especialista em estresse, afirma: “não adianta recusar feijoada, carne gorda e frituras se você nunca está contente com nada e vive fazendo tempestade em copo d’água; a hostilidade pode causar um aumento de colesterol igual ou superior à dieta rica em gordura”…
Além do mal que faz ao organismo, a hostilidade traz prejuízos psicológicos. Um deles é o mal-estar que provoca nos relacionamentos; todos procuram evitar o contato com pessoas “estouradas” ou, se isso é inevitável, “pisam em ovos” para não arranjar encrenca. Muitas vezes, a própria pessoa se isola, o que aumenta a solidão, a carência, o sentimento de rejeição e… provoca mais hostilidade ainda. É um círculo vicioso. Muito prejuízo para nenhum ganho…
A maneira mais eficaz de mudar a atitude de uma pessoa, mesmo que ela esteja agindo de forma negligente ou com má vontade, é a empatia e paciência… Deixar de lado a hostilidade não significa ser complacente e passivo. Se você não concorda com uma atitude, exponha sua posição, reclame, exija… mas sem raiva, sem hostilidade – só assim você vai obter do outro uma mudança real de atitude para que o problema se resolva.

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Quem sabe não precisa? Um dia eu estava na frente de casa secando meu carro. Eu tinha acabado de lavar o carro e esperava minha esposa para sair para o trabalho. Vi, descendo a rua, um homem que a sociedade consideraria um mendigo. Pela aparência dele, não tinha carro, nem casa, nem roupa limpa e nem dinheiro. Tem vez que você se sente generoso mas há outras vezes que você não quer nem ser incomodado. Este era um dia do "não quero ser incomodado".

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Não veio. Passou e sentou-se em frente, no meio-fio do ponto de ônibus e não parecia ter dinheiro nem mesmo para andar de ônibus. Após alguns minutos falou,
- É um carro muito bonito.

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